quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Ainda te amo, e acho que nunca vais saber. Queria escrever te, queria dizer que te amo, que sempre te amei, e que nao sei se algum dia vou amar mais alguem desta maneira. a vida é curta demais para nao dizer o que sinto, e nunca me vou dar ao luxo de nao sentir o que quer que seja. Hoje quando me falaste no teu lado da minha cama, menti te. Menti. Ele ainda está lá, e agora em vez de evitá lo, durmo sobre ele, na esperança de poder sentir te. Tenho tantas saudades tuas, não imaginas. Faz meses que não te vejo, que não te oiço. E como gostava de o fazer, de te ver, de te ouvir. Podia viver só para isso. Fazia meses que não chorava, nem naqueles filmes que sabes que eu choro sempre. Parecia que finalmente conseguia não sentir. Vi o filme que há tanto esperava, aquele que tanto falamos. E todos os pouco mais de 90 minutos, pensei em ti. És o meu Augustus, pelo menos foste. Arrebataste a minha vida, foste o meu grande amor. deste me o infinito nos dias que partilhamos. Dias que não esqueço, apenas guardo num canto da minha memória. Escrevi-te. Awake ? Nem sei se quero uma resposta. Talvez por saber que não é isto que quero escrever-te. Não tenho um toque de cancro, mas sim de ti. Daquele que se ilumina como uma árvore de natal. Ainda te amo, e acho que nunca vais saber.