Ainda te amo, e acho que nunca vais saber. Queria escrever
te, queria dizer que te amo, que sempre te amei, e que nao sei se algum dia vou
amar mais alguem desta maneira. a vida é curta demais para nao dizer o que
sinto, e nunca me vou dar ao luxo de nao sentir o que quer que seja. Hoje
quando me falaste no teu lado da minha cama, menti te. Menti. Ele ainda está
lá, e agora em vez de evitá lo, durmo sobre ele, na esperança de poder sentir
te. Tenho tantas saudades tuas, não imaginas. Faz meses que não te vejo, que
não te oiço. E como gostava de o fazer, de te ver, de te ouvir. Podia viver só
para isso. Fazia meses que não chorava, nem naqueles filmes que sabes que eu
choro sempre. Parecia que finalmente conseguia não sentir. Vi o filme que há
tanto esperava, aquele que tanto falamos. E todos os pouco mais de 90 minutos,
pensei em ti. És o meu Augustus, pelo menos foste. Arrebataste a minha vida, foste
o meu grande amor. deste me o infinito nos dias que partilhamos. Dias que não
esqueço, apenas guardo num canto da minha memória. Escrevi-te. Awake ? Nem sei
se quero uma resposta. Talvez por saber que não é isto que quero escrever-te.
Não tenho um toque de cancro, mas sim de ti. Daquele que se ilumina como uma
árvore de natal. Ainda te amo, e acho que nunca vais saber.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
3am
I miss you everyday my love,
Like a flower that grew in the middle of the desert,
alone and powerless, me.
My hands are always cold,
missing yours, cold too.
A bed uncompleted, a warm body left
every cell of me is now frozen.
I miss you everyday my love,
my soul is turning dark,
dreams becoming dust, the heart is a ghost.
Little things unsaid,
twisted thoughts of a broken mind,
lay now every moonlight where I rest my head.
Still cold, nowhere to be seen
this old dark machine.
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